História

associação anta

1905 - 2005

ASSOCIAÇÃO DE SOCORROS MÚTUOS DE S. FRANCISCO DE ASSIS DE ANTA

(Logotipo criado no ano de 2000)

Padroeiro da Instituição

S. Francisco de Assis

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A Associação de Socorros Mútuos de S. Francisco de Assis de Anta é um símbolo de paz, uma miniatura da segurança social e da cruz vermelha. Colaboramos com todos os que precisam dos nossos serviços, sejam amigos ou não. O Mutualismo é confessarmo-nos a nós próprios. Se todos agíssemos como nós, como seria o mundo? Será esse o mundo que queremos? O mutualismo que queremos é de paz e harmonia.

associação anta presidente

 

Manuel Rocha Gomes Pereira

BREVE DESCRIÇÃO HISTÓRICA

A Associação é uma instituição particular de solidariedade social com um número ilimitado de associados, capital indeterminado, duração indefinida e de âmbito nacional que, essencialmente através da quotização dos seus associados prossegue, no interesse destes e de suas famílias, fins de auxílio recíproco.

O PASSADO

2017-01-01
1905

É fundada a 10 de Setembro

2017-01-02
1924

Construção de nova sede

2017-01-03
1933

É inaugurado o edifício sede.

2017-01-05
1938

Primeiros benefícios de assistência médica.

2017-06-07
1938

Consultas ao domicílio para os associados

2017-06-07
1958

Protocolos de prestação de serviços de Oftalmologia

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1965

Cedido um salão à CME para uma escola

2017-06-07
1971

Protocolo de serviço de Radiologia

2017-06-07
1982

Pedido da J.F. Anta para instalação da Casa do Povo

2017-06-07
1983

Retirados benefícios médicos, ficando apenas com o subsídio de funeral

2017-06-07
1999

Sob a orientação da actual Direcção, foram iniciadas obras estruturais no edifício

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2000

Voltam os benefícios médicos, com cada vez mais especialidades clínicas

2017-06-07
2003

Nasce o Centro de Convívio para a terceira idade

2017-06-07
2005

É criado o Portugal dos Pequeninos I

2017-06-07
2011

É erguido o Portugal dos Pequeninos II – locação para 80 utentes

2017-06-07
2013

Centro Lúdico – Pedagógico O Francisquinho

2017-06-07
2017

Nasce a Estrutura Residencial para Idosos – São Francisco

FUNDAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO

A Associação de Socorros Mútuos Fúnebre Familiar de São Francisco de Assis de Anta, foi fundada a 10 de Setembro no longínquo ano de 1905, em final da Monarquia, por iniciativa de alguns notáveis locais desta Freguesia. Nesse dia, no lugar da Guimbra da Freguesia de S. Martinho de Anta, foi realizada uma reunião com o objectivo de fundar uma Associação de Socorros Mútuos.
Numa altura em que não havia nenhuma espécie de protecção social institucionalizada pelo Estado. Em que os excluídos da fortuna, viviam de forma frugal e mui modesta, alguns, da caridade pública, tornava-se imperioso, segundo os valores da época, proporcionar-lhes um funeral «decente», palavra esta utilizada nos próprios documentos e que traduzia as preocupações da época.
Esta Reunião realizou-se em casa de José Fernando Oliveira Felix, a qual serviu de sede provisória da Associação ao longo de 28 anos, até ao ano de 1933, altura em que foi concluído o edifício actual.

A Comissão Administrativa saída dessa famosa primeira reunião foi assim constituída:

  • Presidente - Manoel Nogueira da Rocha

  • Vice-Presidente - Augusto de Oliveira Granja

  • Secretário - José Fernandes de Oliveira Felix

  • Vice-secretário - Américo Ferreira Gomes

  • Tesoureiro - António Domingues da Silva

  • Vogais

     - Manoel Pereira de Oliveira

     - Joaquim de Oliveira Carvalho

     - Manuel Rodrigues Sabença

     - Joaquim leite

     - António Rodrigues de Oliveira

Foi nomeada também uma Comissão Fiscal, composta por:

  • Manuel José Soares

  • António Martinho Corrêa

  • Sr. Joaquim Alves da Silva Rocha

Apenas no espaço de duas semanas, que foi o tempo que mediou entre a primeira e a segunda reunião, foram angariados 410 associados.

Nestes primeiros tempos eram garantidos em Subsídios de Funeral no valor de 8 mil reis e um subsídio de luto de 6 mil reis.

No ano de 1911 a associação tinha 2122 associados efectivos espalhados por várias zonas como Anta, Espinho Silvalde, S. Paio de Oleiros, Nogueira da Regedoura, Mozelos, Lourosa, Santa Maria de Lamas, Paços de Brandão, Paramos, Esmoriz, Guetim, e S. Felix da Marinha.
Mais tarde por volta de 1933, o número de Associados era já de 6232 e a zona de sócios alargou-se a mais localidades como Escapães, S. Jorge, Milheirós de

Poiares, Pigeiros e Cucujães. Em 1934 foram integradas as zonas de Mosteirô e Ovar e para tal nomearam-se mais cobradores.
A Associação possuía acordos com os armadores para que estes realizassem os funerais das famílias associadas, mediante o pagamento de uma caução à Associação, para serem aceites como prestadores de serviços de funerais.

EDIFÍCIO SOCIAL

No início do ano de 1924 é discutido numa das reuniões de Direcção, a compra de um terreno para as instalações da Instituição. Em Maio, o terreno com uma área de 360 m2, é adquirido pelo preço de 7.200$00. A escritura de compra foi realizada em Agosto e lavrada pelo Dr. Alfredo Themudo Corte Real, notário da Comarca da Feira, ficou registada no livro número cento e dezanove a folhas trinta. Em Junho é apresentada a planta do projecto para a construção, projecto esse elaborado pelo Arqº. José Ferreira Peneda. Este foi um projecto arrojado para a época. A Associação não tinha o capital disponível para de imediato arrancar com a construção. Vivia-se numa época de epidemia, o que exigia um grande esforço financeiro para a Associação. Em 1924 existiam 5438 associados. Para o efeito, os sócios passaram a pagar, além das quotas, um suplemento mensal de 50 centavos, para ajudar à construção do empreendimento. Essa cobrança adicional terminou no ano de 1929.

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CURIOSIDADES

  • Foi instalado em 1933 o fornecimento de serviço telefónico e foi explicado aos associados as vantagens que tal novidade poderia ter.

  • Em 1934 foi proposto e aprovado em reunião de direcção a contratação de luz eléctrica para o edifício social.

  • Em 1934 foram aprovadas obras de conservação do edifício, essencialmente obras de pintura, vidraceiro, picheleiro e trolha.

  • Ao longo dos anos foram realizadas várias obras de conservação.

  • Em 1935 dá-se a aquisição do selo branco da Associação, bem como a impressão da imagem de S. Francisco nos títulos dos documentos.

  • Era devida ao estado nessa altura uma taxa por cada sócio no valor de 10 cêntimos para pagamento de impostos.

  • Também em 1935, o recrutamento do pessoal administrativo era realizado através de uma prova escrita, informações sobre as suas qualidades e ainda através de uma prova oral perante um júri.

  • Em 1958 o edifício necessitou de algumas obras de manutenção e foi decidido entregar a obra à proposta mais vantajosa.

  • Neste mesmo ano de 1958, decidiu-se fazer a comemoração do aniversário da Associação sob uma forma solene, coisa que já não acontecia desde 1939. Foram por isso comemorados os 53 anos da Associação na sede social, com uma missa na igreja da freguesia em memória dos sócios já falecidos. Foram convidadas diversas entidades da terra, como o Presidente da Câmara e o vice-presidente da Câmara. Para tal, foi adquirida uma fotografia do Presidente da República para colocar na sala onde se realizou a sessão solene.

  • Dado que a escola de Esmojães iria sofrer obras de ampliação, em 1965, foi pedida pela Câmara Municipal de Espinho à Direcção de então, a cedência do salão da Associação para a Instalação de uma escola. O espaço foi cedido gratuitamente para a instalação da escola, por um período de 2 anos, mas verificou-se que a escola manteve-se no edifício da sede da Associação até muito mais tarde, ficando a cargo da Câmara as obras de reparação inerentes ao desgaste do espaço cedido, obras essas que nunca chegaram a ser efectuadas

     

  • Nessa altura a admissão de sócios comportava os seguintes custos:

    • Requerimento de Admissão - 20 Reis

    • Caderneta - 40 Reis

    • Jóia - 240 Reis

    • Diploma - 160 Reis

    • Estatutos e regulamentos - 80 Reis

    • Total - 540 Reis

O Associado pagava uma quota mensal de 20 reis e uma quota semanal no mesmo valor. A quota mensal destinava-se a cobrir as despesas da cobrança.

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ASSISTÊNCIA MÉDICA

No ano de 1935, foram propostos os regulamentos para funcionamento da classe dos socorros médicos e farmacêuticos, na Associação. Só em Agosto de 1938 foram criados os serviços de assistência médica na Associação, a que os sócios podiam aderir mediante uma quota de 50 centavos, quota esta posteriormente aumentada para 2$50 por mês e mais tarde para 3$00. Como os associados moravam relativamente longe da sede, passaram também a ter postos de atendimento nas áreas de residência e consultas ao domicilio. Chegaram a ser praticadas pequenas cirurgias e protocolos de serviços de radiologia. Em 1958, foram assinados protocolos de prestação de serviços de oftalmologia com descontos para os associados quer em consultas quer em cirurgias da especialidade.

Em 1971 a Santa Casa de Misericórdia de Espinho informou que gostaria de manter o acordo com a Associação no que diz respeito aos serviços de Radiologia prestada pela Santa Casa.

Em 1982 foi pedido pela junta de Freguesia que a Instituição cedesse um espaço para instalar um posto médico. Contudo, este pedido foi recusado uma vez que já se encontravam a funcionar os serviços administrativos da Associação, bem como a escola primária e os serviços médicos. Porem em 1983, foram retirados os benefícios médicos porque o número de aderentes já não gerava receitas para poder suportar as despesas correspondentes.

O RENASCER DE UMA INSTITUIÇÃO

 

Ficou assim a Associação com a modalidade de Subsídio de Funeral que ainda se mantém nos dias de hoje.

OFÍCIOS A ENTIDADES RELEVANTES

  • Todos os anos era enviado ao Presidente do Conselho de Ministros, Dr. António de Oliveira Salazar um cartão de duplo aniversário, pela entrada para o Governo e a desejar boas festas natalícias.

  • Falecimento de Sua Santidade João XXIII, em Junho de 1963, elevando o alto sentido de paladino da paz, decretando três dias de luto e colocando a bandeira a meia adriça.

  • Ofícios anuais a responder ao convite da Liga dos Combatentes da Grande Guerra, pela comemoração do Aniversário da Batalha de La Lys,

  • Associação de Grijó, Sandim, Serzedo, Vilanovense, Câmara Municipal de Espinho, Fundação António Sérgio, etc, convidando a Associação a estar presente nas suas sessões solenes para comemoração dos respectivos aniversários.

  • Foi a partir de 1974 que a Câmara municipal solicitou a esta instituição as instalações para a colocação de uma mesa de voto, que ainda hoje continua.

  • No ano de 1975, foi requisitado pelo Partido Popular Democrático e também pelo Partido Comunista, o salão da Associação para uma sessão de esclarecimentos.

  • Em Junho de 1977, A Associação cedeu a sua bandeira, para a exposição retrospectiva da elevação de Espinho a Cidade.

  • Em 1979 a Direcção de então levou a cabo o Pedido de Utilidade Pública, que posteriormente foi concedido, sendo hoje esta instituição uma I.P.S.S, consagrada no Código das Instituições Mutualistas estando vinculada ao Estatuto das Instituições Particulares de Solidariedade Social, aprovadas pelo Decreto-lei nº 72/90 de Março e 119/93 de 25 de Fevereiro.

  • Participou nos anos de 1996, 1999, 2002 e 2005 nas Feiras do Associativismo do Concelho de Espinho, onde teve um stand promocional das valências existentes na Associação.

  • Em 2005 foi realizada uma visita pastoral de D. António Cavaco Carrilho, Bispo Auxiliar do Porto, a esta Instituição.

  • Neste mesmo ano, no aniversário da Junta de Freguesia da Vila de Anta, foi esta Instituição homenageada pelos serviços prestados à comunidade.

PRESENTE E FUTURO

INTRODUÇÃO

De 1983 a 1998, esta Associação Mutualista, limitou-se à concessão de Subsídios de Funeral a sócios e familiares, não dispondo de nenhum outro benefício. O Edifício Social da Instituição era até esta data, praticamente o mesmo que se concluiu em 1933, e estava ameaçado de derrocada, encontrando-se em condições físicas tão degradadas, que mais parecia tratar-se de uma ruína, o que não estaria nos horizontes daqueles que no seu inicio pensaram o projecto.

O RENASCIMENTO

Em 1998, o Presidente da Direcção, Manuel da Rocha Gomes Pereira, sem o verdadeiramente ter desejado, encontrou- se à frente dos destinos desta casa.
A Direcção, então composta pelo Secretário, Armando de Sousa e Silva, o Tesoureiro Emílio Paulo Oliveira Gomes e os vogais Maria do Rosário Correia Silva e Maria Lucília Gomes dos Santos, levaram a cabo o Programa de Actividades para o triénio onde constava a remodelação do prédio da Instituição.
A Direcção, encontrou uma casa em ruínas, por fora e por dentro, incapaz de fazer mais do que sobreviver.
Diligente e pacientemente, promoveu a reconstrução do edifício sede da Associação, em moldes tais, que já hoje se pode apreciar um belo edifício com a volumetria duas vezes e meia maior do que a que tinha anteriormente.

O novo edifício ficou dotado de amplos salões, gabinetes polivalentes e multifuncionais, que foram ocupados progressivamente à medida que se instauraram os novos benefícios previstos. Para tal, foi ainda necessária uma remodelação Estatutária e a criação de Regulamento de Benefícios, para enquadramento legal e adaptação da valência já existente e também para a constituição de novas valências. Apesar de tudo isto, foram criados grandes problemas a esta Direcção, que tiveram de se resolvidos por via judicial. Alguns dos seus elementos, com medo de enfrentar tais problemas, foram pedindo a sua demissão; acabando a Direcção este triénio unicamente com 3 elementos, Presidente, Secretário e um Vogal. Com uma nova lista de candidatura, o Presidente da Direcção Manuel da Rocha Gomes Pereira, querendo dar continuação ao trabalho da anterior Direcção, recandidatou-se com uma lista composta pelo Presidente, Secretário José Manuel Faria dos Santos, Tesoureira Maria do Rosário Silva e Vogais, Manuel de Oliveira Ramos e Manuel Malheiro. Após a demissão de Manuel de Oliveira Ramos entrou em sua substituição o vogal Jaime Pereira Costa. Mais tarde acabou também por abandonar injustificadamente José Manuel Faria dos Santos

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MODALIDADE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA

Já no ano de 2000, foi prioridade da Direcção a criação de novos serviços de Assistência Médica aos Associados. Para tal, foram estruturados consultórios modernos, amplos e bem equipados.. Esta nova valência foi inaugurada e entrou em funcionamento em final do ano de 2000, com algumas especialidades clínicas, como clínica geral, medicina dentária, fisioterapia, enfermagem, etc.
Ao longo dos últimos cinco anos, podemo-nos orgulhar de possuir condições de elevado nível, para prestação de cuidados de saúde. A satisfação dos nossos Associados e do Público em Geral é muito favorável. Neste momento já existem diversas especialidades como, de Clínica Geral, Pediatria, Saúde infantil, Cardiologia, Fisioterapia, Ginecologia Obstetrícia, Medicina Dentária, Medicina Desportiva, Nutricionista, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrino, Podologia, Psicologia, Terapia da Fala, Urologia, Análises Clínicas, Electrocardiogramas e Ecografias. Todos estes serviços estão à disposição dos Associados e de todos os utentes que deles necessitem e a preços mutualistas. A nível dos Órgãos Directivos, estes membros, deram continuidade ao Programa de Actividades das anteriores Direcções. No terceiro mandato, o Presidente da Direcção convidou os mesmo elementos para a recandidatura a novo mandato. Hoje a Direcção é composta pelo Presidente, Manuel da Rocha Gomes Pereira, o Secretário, José Fernando Bernardes, a Tesoureira, Maria do Rosário Sousa e Vogais, Manuel Malheiro e Jaime Pereira da Costa.

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RECONHECIMENTO MUTUALISTA

No ano de 2002, a Instituição foi reconhecida no seio da União das mutualidades Portuguesas, no IX Congresso Mutualista, com o prémio “O Renascimento de um Instituição”.

 

Esta Associação era praticamente desconhecida, tendo sido feito um esforço notável, para que a mesma começasse a figurar nas preocupações das estruturas dirigentes do Mutualismo Português. Deste modo, a Direcção actual, tem-se desdobrado em esforços para estar presente em todas as iniciativas que de algum modo, possam ajudar a situar esta Associação, no lugar a que tem direito.

Foi pedida a esta Direcção que, em Lisboa (Centro Cultural de Belém)desse a conhecera outras Instituições o projecto de Renovação de uma Instituição quase Centenária. Para isso estiveram presentes a dar uma pequena palestra sobre o renascimento da Instituição o Presidente da Direcção, Manuel da Rocha Gomes Pereira e sobre projectos futuros a Srª. D. Maria do Rosário Sousa.

Estiveram presentes neste congresso várias personalidades como, representantes do governo e dos partidos políticos, o presidente da União das Mutualidades Europeias, e outras figuras do movimento mutualista.

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CENTRO DE CONVÍVIO

No ano de 2003 e através de protocolo com o Centro Distrital de Segurança e Solidariedade Social de Aveiro, entrou em funcionamento o Centro de Convívio para Idosos. Trata-se de uma valência que tem como principal objectivo a criação de um contexto de apoio emocional e social à população idosa. Procura-se promover junto dos utentes uma vivência mais positiva do processo de envelhecimento, de forma a colmatar a tendência para o isolamento e solidão.

São realizadas diversas iniciativas lúdicas e também de caracter representativo da própria Instituição, como é o caso da participação em festas e romarias da freguesia, sempre e quando a Instituição é convidada para estes eventos. Os utentes deste Centro de Convívio, tornam-se assim porta-vozes e parte activa da própria Instituição.

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PADROEIRO DA INSTITUICÃO

No ano de 2003, a Instituição no decorrer do seu 98º aniversário, homenageou o seu Santo Padroeiro, S. Francisco de Assis.
Os Corpos Sociais entenderam ser esta uma homenagem a um homem que deu tudo pelos outros, um verdadeiro mutualista.
Foi feita uma Imagem do Padroeiro e organizada a sua benção. A cerimónia foi realizou-se no salão social da Instituição, onde estiveram presentes e foram agraciados com medalhas comemorativas do 98º aniversário, todas as entidades e colectividades presentes.

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VALÊNCIA CRECHE ATL

Neste ano de 2005, o Edifício da Creche/ATL ficou concluído, o que permitirá o funcionamento de uma nova modalidade, a Creche/ATL, com capacidade para 78 crianças que beneficiará directamente os mais pequenos e que será uma mais valia para a população da freguesia.

A obra intitulada “O Portugal dos Pequeninos”, começou a nascer no ano de 2002, após a Instituição ter adquirido um terreno para o efeito, terreno esta situado perto da sede.

Estão a ser efectuados todos os esforços para a obtenção de acordo de funcionamento com o Centro Distrital de Segurança e Solidariedade Social, ainda este ano.

É de realçar, que foram criados grandes obstáculos burocráticos, mas que com o tempo foram ultrapassados, deixando no entanto algumas marcas a esta Direcção. Contudo e com a persistência desta Direcção, foi possível a sua finalização como podemos hoje testemunhar. Esta é uma obra única e exclusivamente financiada pelos Associados e também por algumas empresas, através de donativos, obra esta que vai favorecer toda a população mais jovem da freguesia.

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NOTAS FINAIS

Neste momento, a Instituição é composta por cerca de 19.600 associados da Modalidade Fúnebre e de 1320 associados da Modalidade Médica. Trabalham activamente nesta Instituição cerca de 60 pessoas, nas mais variadas áreas.

Tem neste momento em funcionamento, a Valência Fúnebre, a Valência Médica, a Valência Centro de Convívio e prestes a arrancar, a Valência Creche/ATL.

São intenções futuras, a breve prazo, para esta Instituição, a aquisição de um terreno, para instalar uma valência para os mais idosos, nomeadamente aqueles que necessitam de cuidados paliativos; um lar para os mais desfavorecidos, visto existirem carências na freguesia de Anta

Tratam-se de projectos reais, que requerem investimentos avultados. Para que estes e outros projectos possam ser desenvolvidos, gostaríamos de contar com o apoio/ atenção do Estado e do Poder Local. Torna-se premente a conjugação de esforços para o desenvolvimento destes projectos. Só dotando as Instituições de condições é que esta podem dar respostas às reais necessidades das pessoas e desenvolver serviços de qualidade.

A Direcção:

Presidente - Manuel Rocha Gomes Pereira Secretario – José Fernando Gomes Bernardes Tesoureira – Maria do rosário Correia Silva Sousa Vogal – Manuel Malheiro Sousa

Vogal – Jaime Pereira da Costa

   

 

INAUGURAÇÃO DA CRECHE/ATL

O Portugal dos Pequeninos”

11 de Setembro de 2005

O Portugal dos Pequeninos I – Creche / ATL

A 11 de Setembro de 2005, foi inaugurada a valência de Creche e ATL, com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Sr. José Mota, o Diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro, Engº. Celestino Almeida, o Rev. Padre Manuel Agostinho Pereira de Moura e a então Direção encabeçada pelo Sr. Presidente Manuel da Rocha Gomes Pereira. Esta inauguração inseriu-se nas festas comemorativas do centenário da Instituição, realizadas no dia 10 de Setembro desse mesmo ano. Foi nesse dia e após um grande empenho, trabalho e dedicação da Direção, que esta foi agraciada para a assinatura do protocolo de cooperação com o Centro Distrital de Segurança e Solidariedade Social de Aveiro, para 23 utentes em Creche e 29 em ATL, tendo a sua assinatura ocorrido em Novembro de 2005. Dada a pequena capacidade do protocolo, facilmente foram preenchidos os lugares existentes e no caso da Creche, foi nesse mesmo ano solicitado o aumento da capacidade do número de utentes. Foram realizadas diversas insistências ao longo dos dois anos seguintes, sem que nunca tenha chegado a haver autorização da Segurança Social para o aumento. No entanto, em 2008, surgiu a oportunidade de concorrer ao Programa de Alargamento de Redes e Equipamentos Sociais (Pares III), e incentivados pelo então Diretor da Segurança Social de Aveiro, Engº. Celestino Almeida, a Direção decidiu concorrer a este programa, que veio a ser um dos grandes contributos para a resolução da grande procura existente para a resposta social da Creche.
Entretanto, a Direcção adquiriu em 2006, na Rua Professor Dias Afonso, freguesia de Anta, aos Herdeiros da Familia Loureiro, um terreno com cerca de 6.000 m2, dando esta família, a possibilidade do terreno ser pago dentro das possibilidades da Instituição. Após tais condições, o Presidente da Direcção Sr. Manuel Rocha Gomes Pereira viu-se confrontado ao mesmo tempo com a elevada procura para a resposta social de Creche – “O Portugal dos Pequeninos I”, e solicitou à Direcção apoio e voto de confiança, para criar um projecto para uma nova Creche a instalar nos 1.600 m2 do terreno adquirido anteriormente e assim poder concorrer ao programa financeiro estatal PARES, que fora lançado em em 2006 pelo Governo. Tal programa financeiro, serviria também para a criação do Lar de Idosos a instalar nos restantres 4.400 m2. Com grandes dificuldades nesta altura e com entraves por parte do poder autarquico de então, obteve unicamente autorização para concorrer ao projecto de Creche em 2008, não tendo sido aprovado o projecto Lar de Idosos, para o restante terreno, perdendo-se assim a oportunidade de chegar a esses fundos financeiros, dos quais cerca de 80% eram a fundo perdido.
Mas a Direcção, lutando incansavelmente e abnegadamente por este projecto do Lar de idosos, somente em 2012 conseguiu avançar quando houve eleições autarquicas e consequente substituição dos seus orgãos.

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O Portugal dos Pequeninos I – Creche / ATL

Em 2006, no terreno adquirido à família Loureiro, e que com dificuldade tinha já sido pago, surge o projeto para instalar a nova Creche. Uma parte desse terreno, viria a servir para a Mutualidade dar uma resposta às necessidades existentes das crianças mais pequenas, dada a existência de grande procura. Em 2008 foi possível à Direção iniciar o projeto concorrendo ao programa – Pares III (Programa de Alargamento de Redes e Equipamentos Sociais) para a construção de raiz deste novo equipamento social. A Direção deitou mãos à obra e surge um novo edifício dotado de todas as condições físicas e técnicas para dar resposta às necessidades das crianças dos 3 aos 36 meses de idade, com uma capacidade total para 80 utentes. Esta é uma resposta social protocolada com o Centro Distrital de Segurança e Solidariedade Social de Aveiro para 66 crianças e que entrou em funcionamento em Dezembro de 2011 tendo sido somente inaugurada no dia 29 de Junho de 2012 pelo Secretário de Estado da Segurança Social, Dr. Marco António Costa, o Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Dr. Joaquim Pinto Moreira e o Presidente da Direção Sr. Manuel Rocha Gomes Pereira.

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O Portugal dos Pequeninos I – Centro Lúdico-Pedagógico

No ano de 2012, após a passagem de todos os utentes que frequentavam a Creche “O Portugal dos Pequeninos I”, para as novas Instalações “O Portugal dos Pequeninos II”, levou a que este equipamento ficasse disponível para aí instalar uma nova valência. Foi proposto à Direção, que neste espaço fosse dado apoio à comunidade na vertente apoio à criança e juventude.
Surge assim, em Janeiro de 2013, o Centro Lúdico-Pedagógico, intitulado “O Francisquinho”, como homenagem ao padroeiro da Instituição e que foi inaugurada com a presença do Sr. Presidente da Camara Municipal de Espinho, Dr. Joaquim Pinto Moreira e o Presidente da Direção Sr. Manuel Rocha Gomes Pereira. Esta nova valência desenvolve atividades pedagógicas e Educativas, de Estudo, Animação Sócio-Cultural e Desportiva, para pré-adolescentes e adolescentes desde a entrada no 1º Ciclo até ao Ensino Secundário, nos períodos escolares disponíveis e como a atividade “férias em movimento”, através de Colónia de Férias licenciadas pelo I.P.D.J – Instituto Português da Juventude, nos períodos de pausas escolares.
Trata-se de um apoio social de extrema importância para a qual a Direção mereceu dar a sua atenção.

Frota Solidária

A Direcção da Associação de Socorros Mútuos de S. Francisco de Assis de Anta, foi agraciada através do projecto “Frota Solidária”, projecto este levado a cabo pelo Banco Montepio e que visa dotar as Instituições de equipamentos de transporte que lhes permitam desenvolver as suas modalidades e respostas sociais. Em Julho de 2014, à Direcção foi entregue de uma carrinha de 9 lugares, que dará um apoio importante aos seus utentes, nas diversas vertentes.

Visita do Bispo Auxiliar do Porto - D. António José Cavaco Carrilho

A Associação de Socorros Mútuos de São Francisco de Assis de Anta, foi agraciada com a visita do Bispo Auxiliar do Porto, D. António José Cavaco Carrilho, em Maio de 2005.
Durante a sua visita em ano de celebração de centenário da Mutualidade, tomou conhecimento de alguma da história da Instituição e constatou “in loco”, as valências e as respostas sociais que a Instituição leva a cabo. Teve um contacto directo com os idosos do Centro de Convívio e ficou a conhecer a futura resposta social para os mais pequeninos, a Creche/ATL “O Portugal dos Pequeninos I”.
A Direcção teve o reconhecimento positivo por parte de D. António Carrilho do trabalho que a Instituição leva junto da sua comunidade servindo as necessidades existentes no concelho de Espinho.

Visita do Bispo Auxiliar do Porto D. João Evangelista Pimentel Lavrador

A Associação de Socorros Mútuos de São Francisco de Assis de Anta, foi agraciada com a visita do Bispo Auxiliar do Porto, D. João Evangelista Pimentel Lavrador, no dia 11 de Dezembro de 2013. Durante a sua estadia na freguesia de Anta, visitou as valências e resposta sociais levadas a cabo por esta Mutualidade. Visitou a Creche: O Portugal dos Pequeninos II, o Portugal dos Pequeninos I, onde está instalado o Centro Lúdico Pedagógico – “O Francisquinho”, visitou o Centro de Convívio para os mais idosos e ao edifício sede da associação onde são praticados os servciços de assistência médica. Sua Exª. o Bispo Auxiliar foi recebido em palmas pelos utentes e associados. Recebeu das mãos da Direcção, mais propriamente, do Presidente da Direcção, Sr. Manuel Rocha e da Tesoureira Maria Rosário Sousa, uma medalha com a imagem do padroeiro da Associação: São Francisco de Assis com a seguinte mensagem: “Pela passagem por esta mutualidade Sua Exma. Bispo Auxiliar do Porto João Lavrador” Teve ainda a oportunidade de dar os parabéns a todos, pelos serviços prestados à comunidade durante os 108 anos da existência desta casa. No final realizou-se um lanche convívio, onde todos puderam confraternizar e no qual, sua Exma. O Sr Bispo Auxiliar do Porto, pôde conhecer a realidade e trocar palavras de incentivo e regozijo com todos, por todas as valências e respostas sociais desenvolvidas pela Associação São Francisco e como esta tem crescido ao longo destes anos levando um trabalho social a todos os seus associados e utentes.

INSTITUIÇÃO EM MOVIMENTO
HOMENAGEM AOS ASSOCIADOS

A Direcção, em ano de centenário da Instituição, a 10 de Setembro de 2005, tomou a iniciativa de homenagear os seus associados. Desta forma, instituiu-se a homenagem aos associados mais antigos da Instituição até aos que tem 25 anos de associativismo. Em 2006, foram homenageados associados com 75 anos de sócio, estando nesta altura a ser homenageados associados com 55 anos de vida associativa. Todos os anos são homenageados cerca de 200 associados. É uma cerimónia festiva onde é entregue a cada um dos homenageados uma medalha personalizada, com o logotipo da Instituição.

Reformulação do logotipo e placa comemorativa

Em 2014 numa perspectiva de modernizar o contacto com associados e comunidade, a Direcção levou a cabo a alteração do seu logotipo, não deixando no entanto as suas raízes quando foi criado no ano de 2000. Foi elaborada também uma placa comemorativa para entregar nos eventos associativos e Institucionais em que a Mutualidade está presente.

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ERPI – Estrutura Residencial para Pessoas Idosas
Residencial S. Francisco

A Direção encabeçada pelo Presidente Manuel Rocha Gomes Pereira não pretendendo parar de crescer e já com o projeto aprovado desde 2012, sempre esteve empenhada em dar uma resposta na área dos idosos.
A criação deste equipamento social com cerca de 5.500 m2 de volume de construção, com 40 quartos e capacidade para albergar cerca de 80 utentes, tem como objetivo primordial servir a população específica da terceira idade e surge como resposta às necessidades atuais de uma população cada vez mais envelhecida, onde a esperança média de vida tende a aumentar.
A ERPI – Estrutura Residencial para pessoas idosas é assim uma resposta social desenvolvida em equipamento destinada a alojamento coletivo, de utilização temporária ou permanente, para pessoas idosas ou outras em situação de maior risco de perda de independência e/ou de autonomia. Neste momento é uma grande necessidade quer na freguesia em que está inserida quer também para o próprio Concelho. A Direcção arrancará com o funcionamento deste moderno equipamento já no decorrer deste ano de 2017.

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Edifício – Sede da Instituição

Modalidades Subsídio de Funeral

Modalidade para os associados com direito a um subsídio de funeral em caso de morte. Podem usufruir também de serviços de assistência médica e protocolos na área da saúde e outros serviços

Modalidade de Assistência Médica

Modalidade destinada aos associados para prestação de cuidados de saúde no ambito da medicina preventiva, curativa, de reabilitação e enfermagem, bem como usufruir de protocolos na área da saúde e outros serviços.

Resposta Social Centro de Convívio

Resposta social desenvolvida para a população da 3ª idade, Tem como objectivo a criação de um contexto de apoio emocional promovendo uma vivência mais positiva do processo de envelhecimento, de forma a colmatar a tendência para o isolamento e a solidão e levar a cabo a realização de um conjunto de actividades de lazer, recreativas e culturais.

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Rua da Tuna Musical, nº 987 – 4500-054 Anta - Telf: 227 340 103 – Telm: 961 365 279

e-mail: geral@associacaoanta.com - www.associacaoanta.com

Edifício - O Portugal dos Pequeninos I

Modalidade Centro Ludico-Pedagógico

Valência desenvolvida para atividades Pedagógicas e Educativas, de Animação Sócio-Cultural e Desportivas para crianças, pré-adolescentes e adolescentes desde a entrada no 1º Ciclo até ao Ensino Secundário, nos períodos escolares disponíveis.

Rua da Tuna Musical, nº 923 – 4500-054 Anta Telf: 227 319 107 – Telm: 962 449 964

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Edifício – O Portugal dos Pequeninos II

Resposta Social Creche

Resposta social aberta a utentes dos 3 meses aos 3 anos de idade, que pretende promover a educação na primeira etapa da educação ao longo da vida, sendo complementar da ação educativa da família, com a qual deve estabelecer perfeita cooperação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como um Ser autónomo, livre e solidário.

 

Rua Professor Dias Afonso, nº 120 – 4500-091 Anta - Telf: 227 347 479 – Telm: 961 365 279

e-mail: creche@associacaoanta.com - www.associacaoanta.com

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Edifício – Estrutura Residencial para pessoas idosas

Estrutura Residencial S.

Resposta social aberta a utentes com 65 ou mais anos que, por razões familiares, de dependência, isolamento, solidão, insegurança, ou outros, não possam ou não tenham condições para permanecer na sua residência, ou que, por ato de vontade, aí pretendam residir.
A ERPI – S. Francisco assegura a prestação de um conjunto de atividades e serviços, de acordo com as modalidades contratualmente estabelecidas com cada um dos utentes, como alimentação adequada às necessidades dos residentes, respeitando as prescrições médicas, cuidados de higiene; tratamento da roupa e higienização dos espaços, atividades de animação sociocultural, lúdico-recreativas e ocupacionais que visem contribuir para um clima de relacionamento saudável entre os residentes e para a estimulação e manutenção das suas capacidades físicas e psíquicas, apoio no desempenho das atividades de vida diária, cuidados de enfermagem, bem como o acesso a cuidados de saúde, incluindo a administração de fármacos, quando prescritos.

 

Rua Professor Dias Afonso, nº 230 – 4500-091 Anta - Telf: 22734 71 79

e-mail: lar@associacaoanta.com - www.associacaoanta.com

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ORGÃO DA DIRECÇÃO

A Direcção da Instituição – Triénio 1998-2000

Presidente:
Manuel Rocha Gomes Pereira
Secretário:
Armando de Sousa e Silva
Tersoureiro:
Emilio Paulo Oliveira Gomes
Vogal:
Maria Rosário Correia Silva Sousa
Vogal:
Maria Julieta Gomes dos Santos

A Direcção da Instituição – Triénio 2001-2003

Presidente:
Manuel Rocha Gomes Pereira
Secretário:
Manuel de Oliveira Ramos
Tersoureiro:
Maria do Rosário Correia S. Sousa
Vogal:
José Manuel Alves Faria dos Santos
Vogal:
Manuel Malheiro de Sousa

A Direcção da Instituição – Triénio 2004-2006

Presidente:
Manuel Rocha Gomes Pereira
Secretário:
José Fernando Gomes Bernardes
Tersoureiro:
Maria do Rosário Correia S. Sousa
Vogal:
Jaime Pereira Costa
Vogal:
Manuel Malheiro de Sousa

A Direcção da Instituição – Triénio 2007-2009

Presidente:
Manuel Rocha Gomes Pereira
Secretário:
Rui Manuel Robeiro Pereira
Tersoureiro:
Maria do Rosário Correia S. Sousa
Vogal:
Jaime Pereira Costa
Vogal:
Manuel Malheiro de Sousa

A Direcção da Instituição – Triénio 2010-2012

Presidente:
Manuel Rocha Gomes Pereira
Secretário:
Rui Manuel Robeiro Pereira
Tersoureiro:
Maria do Rosário Correia S. Sousa
Vogal:
Jaime Pereira Costa
Vogal:
Manuel Malheiro de Sousa

A Direcção da Instituição – Triénio 2013-2015

Presidente:
Manuel Rocha Gomes Pereira
Secretário:
Rui Manuel Robeiro Pereira
Tersoureiro:
Maria do Rosário Correia S. Sousa
Vogal:
Jaime Pereira Costa
Vogal:
Manuel Malheiro de Sousa

A Direcção da Instituição – Triénio 2016-2018

Presidente:
Manuel Rocha Gomes Pereira
Secretário:
Rui Manuel Robeiro Pereira
Tersoureiro:
Maria do Rosário Correia S. Sousa
Vogal:
Jaime Pereira Costa
Vogal:
Maria Goreti Teixeira Andrade